quinta-feira, 26 de julho de 2012


TEMA: O Folclore
Turma: Educação Infantil e Anos Iniciais
Mês: Agosto.

 1. Justificativa

Folclore é a meneira de agir, pensar e sentir de um povo ou grupo com as qualidades ou atributos que lhe são inerentes, seja qual for o lugar onde se situa, o tempo e a culura. Não é apenas o passado, a tradição; ele é vivo e está ligado à nossa vida de um jeito muito forte. Por isso, é tão importante conhecê-lo.

O saber folclórico é o que aprendemos informamente no mundo, por meio do convívio social - por via oral ou por imitação. Ele é universal, embora aconteçam adaptações locais ou regionais, como consequências dos acréscimos da coletividade.

"Folclore é o conjunto de coisas que o povo sabe, sem saber quem ensinou". ( Xavier)

O professor deve saber aproveitar o atraente, rico e variado mundo do folclore, como fonte inesgotável de motivação didática e de elevada importância pedagógica.
Este trabalho será desenvolvido através de fundamentação teórica por parte do professor e dos próprios alunos e realizado em sala de aula, a partir do lar, da família, estendendo-se à vizinhança e a comunidade. Desta maneira, o trabalho pode ser regionalizado, enfatizando-se as manifestações ligadas às atividades locais. Outra experiência folclórica, a culinária resulta do encontro de diferentes culturas, diversidade do clima e abundância de recursos naturais. por meio dela o professor pode trabalhar os sentidos, a matemática, a estética e a saúde alimentar dentre uma infinidade de outros aspectos.

2. Objetivos:
Levar os alunos à:
- Resgatar, vivenciar e valorizar as manifestações da cultura popular brasileira;
- Conhecer a importância do folclore para a comunidade.

3. Metodologia:
As atividades serão desenvolvidas de forma individual e coletiva com a interação professor e aluno em sala de aula. Os alunos pesquisarão manifestações da cultura polpular brasileira analisando cada uma delas. Os mesmos ainda criarão desesnhos que possam ilustrar os textos ( parlendas, trava-línguas, contos) trabalhados em sala referentes ao tema.

4. Conteúdos trabalhados nas Disciplinas:

Língua Portuguesa: ortografia, escrita e leitura.

Artes: criatividade, expressão gráfica.

estudos Sociais: as regiões, os costumes, a maneira de expressar-se.

5. Atividades:

- pesquisar sobre o folclore

- discutir com o grupo a cultura popular brasileira.

- construir um texto próprio sobre o folclore.
- ilustrar
- músicas


- parlenda
-trava-línguas
-adivinhas

6. Produção Final:

Confecção de um livro de folclore a partir dos próprios trabalhos.

7. Avaliação:

A avaliação será através de registro por parte do professor em sala de aula frente a participação de cada aluno de forma individual e coletiva e do desenvolvimento da aprendizagem durante as atividades propostas.


 ATIVIDADES

























































domingo, 22 de julho de 2012

Mascotes Olímpicos


Quem são os mascotes das Olimpíadas 2012? O significado de Wenlock e Mandeville!
 Os mascotes das Olimpíadas de Londres se chamam Wenlock e Mandeville. São duas gotas de aço feitas em animação de cartoon.
Os personagens foram criados para ser a representação de duas gotas de aço polido, que reflete a personalidade e a aparência das pessoas que eles conhecem. Os olhos deles são câmeras para filmar as suas aventuras e, em suas cabeças, eles têm os famosos sinais de táxi de Londres, cada um com a primeira letra de seu nome.
 

Conheça os mascotes:

  Mandeville,  mascote dos Jogos Paraolímpicos Londres 2012. Ele  usa um relógio cor-de-rosa no pulso, marcando 0:20: 12. Sua cabeça é em formato de capacete com três pontos nas cores azul, vermelha e verde representando o Símbolo Paraolímpico. 
  Seu nome é inspirado na vila de Stoke Mandeville, no condado de Buckinghamshire.
A região é considerada o berço dos Jogos Paralímpicos, já que no mesmo dia da abertura da Olimpíada de 1948, realizada em Londres, uma competição paralela foi realizada em Stoke Mandeville com portadores de deficiência, sobretudo mutilados por conta da Segunda Guerra Mundial recém-terminada.
Segundo o site oficial dos Jogos de Londres-2012, “os Jogos de Stoke Mandeville cresceram e cresceram até se tornarem a Paralimpíada”.
Assim como seu “irmão” Wenlock, Mandeville tem um olho único feito de lente de câmera e uma luz na cabeça aludindo aos táxis londrinos. Sua cauda e suas mãos têm formato aerodinâmico, a fim de ressaltar a ideia de movimento. “Sou um espírito em movimento”, diz a mascote em seu site.

Para se enquadrar no escopo da Paralimpíada, Mandeville não tem um pedaço de sua perna esquerda, mas isso não a impede de competir. Em referência aos atletas paralímpicos, a mascote diz: “Alguns os chamam de atletas com falta de capacidades. Eu acho que não é o caso. Na verdade, acho que são pessoas com uma capacidade quase sobre-humana”.


A mascote dos Jogos Olímpicos de Londres-2012 tem esse nome em homenagem à pequena cidade de Much Wenlock, situada em Shropshire, condado da zona oeste da Inglaterra – próximo à fronteira com País de Gales.

Ali são realizados, desde 1850, os Jogos Olímpicos de Wenlock, considerados pelos britânicos como precursores das modernas Olimpíadas.

A mascote Wenlock tem uma luz em sua cabeça que remete aos famosos táxis pretos da cidade de Londres, e o formato de seu crânio faz alusão ao teto do Estádio Olímpico da cidade. Seu único olho representa uma lente de câmera fotográfica, com a intenção de captar todos os lances dos Jogos, e na cabeça há ainda referência aos três lugares do pódio.

No peito, Wenlock traz o emblema dos Jogos e, nos pulsos, braceletes com as cores dos cinco anéis olímpicos, simbolizando a amizade. De acordo com o site oficial da mascote, “não há nada melhor do que fazer amigos novos e ver pessoas fazendo amigos novos”.

“O importante na vida é se divertir, e eu sempre olho o lado bom das coisas. Por quê? Porque há tantas pessoas fantásticas e positivas que me fazem rir”, diz o texto atribuído à mascote, que complementa: “Farei o meu melhor para ajudá-lo a fazer o seu melhor também”.





   

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Dia dos Pais


Não me recordo de qual blog copiei a ideia. Porém os "pesinhos" de porta são créditos de alguma colega que por descuido não anotei o nome. Peço desculpas. São lindos!




























sexta-feira, 13 de julho de 2012

Pequenos Psicopatas


                                         Pequenos Psicopatas
A revista Super Interessante de maio traz uma matéria que nos faz pensar muito sobre Pequenos Psicopatas. Nós, enquanto educadores, devemos estar atentos a estes sinais. Eles existem, sim e vale à pena conferir.


                                              Devaneios de Mãe
A capa deste mês da revista Super Interessante traz a reportagem “Pequenos Psicopatas”, sobre as crianças que já nascem más. A matéria traz o depoimento das mães contando às atrocidades que seus filhos psicopatas fizeram quando pequenos, já que pessoas com essa estrutura de funcionamento não têm os sentimentos de emoção, culpa e compaixão. Confesso que fiquei nauseada por ler.
Aí que numa bela tarde de sábado meus filhos brincavam tranquilos dentro de nosso apartamento, quando não sei por que motivo Eduardo trancou o irmão mais novo no quarto e ficou de braços cruzados olhando para a porta. Ouvia os berros desesperados de Luca e continuou ali impávido, apenas fitando a porta, sem abrir, escutando a agonia do outro preso no cômodo ao lado.
Pronto, pirei! Será meu Deus, que meu filho é um pequeno psicopata? Santíssima trindade, o que deu na cabeça da criatura por fazer a malvadeza com o  irmãozinho e ficar ali parado apenas observando? Tremi-me toda e fiquei o resto do fim de semana encanada. Porque eu, minha gente, ao contrário de muitas mães não tampo o sol com a peneira, não! Sei muito bem dos defeitos de meus filhos e tento, ao máximo, guiá-los no bom caminho. Por conta disso, sou chamada até de louca exagerada.
Aí fui pesquisar na interwebz e encontrei outra reportagem da Super, com o seguinte trecho:
Para começo de conversa, um certo grau de malvadeza é relativamente normal na infância e faz parte do desenvolvimento. Sigmund Freud, o pai da psicanálise, explicava que temos impulsos instintivos agressivos e que somente aos termos contato com os outros e com a cultura é que nos moldamos e refreamos tais impulsos. Segundo ele, temos uma vocação para a rebeldia, que acabamos reprimindo em troca da convivência pacífica em sociedade. “Nascemos com um programa inviável, que é atender aos nossos instintos, mas o mundo não permite”, afirmava.
Mas, continuei com a pulga atrás da orelha e até pensei em levá-lo a um psiquiatra infantil, neuropediatra ou analista pediátrico (se é que isso existe). É, gente, quando eu encano, eu encano! Quando Dudu era bebê e tinha relutância em comer eu rodei a cidade em todos os nutricionistas, endócrinos, nutrólogos e médicos afins pra descartar qualquer distúrbio emocional e/ou físico.
Até que ontem à noite veio a minha salvação em forma de lágrimas! Dudu chora, é claro, mas até aí os psicopatas podem muito bem chorar lágrimas de crocodilo para encenar um teatro, porque eles são dominadores psicológicos. Mas, sinto que ontem não foi o caso.
Estávamos eu e ele embaixo do edredom na sala, assistindo a um filme. Na história, a bebê de três dias da personagem principal morria de morte súbita enquanto dormia no colo da mãe. E ao aparecer essa cena, bastante triste, Dudu me olha, passando as mãos nos olhinhos e com a voz embargada e me diz:
Mamãe, acho que eu estou chorando também. É muito triste a bebê morrer. Imagina se o nosso bebê [referindo-se ao Luca] morresse no seu colo? Buáááááaáá. Buáááááááá.
Nessa hora eu, que também estava emocionada pela cena, desandei a chorar e a rir ao mesmo tempo. Ufaaaaaaaaaaaaa, meu filho, ao que tudo indica, não é um psicopata. E, além de tudo, tem coração. Pronto, dormi feliz.

domingo, 8 de julho de 2012

Um pouco de Romero Britto

Imagens para releitura



















Um pouco de Londres


Formas de governo
Brasil e Inglaterra
Suas diferenças

A forma de governo de um país significa como o poder político é exercido e pode ser de dois tipos: monarquia e república.
A monarquia é forma de governo em que apenas um cidadão governa o país como chefe de Estado, de maneira vitalícia ou até sua abdicação, sendo o poder supremo exercido por este monarca.
O termo "república" vem do latim e quer dizer "coisa pública".
É a forma de governo na qual um representante, normalmente chamado presidente, é escolhido pelo povo para ser o chefe de país, podendo ou não acumular funções do poder executivo.
Na república o sistema de governo pode ser o presidencialismo ou o parlamentarismo.
O presidencialismo é o sistema de governo em que o líder do poder executivo é escolhido geralmente pelo povo para mandatos já definidos em lei constitucional acumulando a função de chefe de Estado e chefe de Governo.
Já no parlamentarismo, o Parlamento, que é o Poder Legislativo, oferece apoio direito ou indireto para o poder executivo.

Brasil: Da monarquia ao presidencialismo:
A monarquia no Brasil começou a vigorar a partir de 1822, quando o Brasil tornou-se independente de Portugal.
Nesta fase a nação brasileira era praticamente unanime com relação a adoção dessa forma de governo por vários motivos, sendo que o principal era o receio em relação a possibilidade do Brasil sofrer o mesmo destino das colônias hispano-americanas, ou seja: caos político, social e econômico, desmembramento territorial, golpes de Estado e instalação de ditaduras.
A transição para a república se deu após o golpe de Estado militar que instaurou a forma republicana presidencialista, em 15 de novembro de 1889. A instalação da República foi liderada pelo Marechal Deodoro da Fonseca e nos cinco anos iniciais, o Brasil foi governado por militares.
Em 1985 tem início a Nova República, marca o reencontro do Brasil com os governos civis. Seu início foi turbulento, marcado pela morte inesperada de Tancredo Neves, seguido de planos econômicos falhos e finalmente as primeiras eleições diretas para presidente em 29 anos.
Daí para frente a democracia vai tomando forma, inicialmente tímida, mas sempre viva como conquista do povo brasileiro.

Forma do governo no Reino Unido:
A Inglaterra é uma das nações que fazem parte do Reino Unido (juntamente com Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte), ela não possui nenhum governo ou corpo de representantes independente do Reino Unido.
Esse último, por sua vez, é uma Monarquia Parlamentarista.
Essa forma de governo é caracterizada por um parlamento que tem o objetivo de criar leis e realizar obras públicas.
O chefe de estado (rei, ou no caso atual: rainha Elizabeth II do Reino Unido) tem função apenas representativa e diplomática, não possuindo pois nenhuma forma de poder executivo.
O regime parlamentar implica a existência de um primeiro-ministro (David Cameron, líder do Partido Conservador) que é eleito pela maioria no parlamento.
Atualmente a Inglaterra se divide em quatro níveis de subdivisões administrativas: regiões, condados, distritos e paróquias.
Porém tradicionalmente, Inglaterra se divide em condados (shires), de constituição que tem sido algo variável.
Os condados podem ser definidos para várias razões.
Os condados cerimoniais são definidos pelo governo e a cada um é designado um Lord-Lieutenant.
 A maioria refere a um grupo de autoridades locais e frequentemente com referência geográfica.

Fonte(s):

Direto da terra da rainha
Revista Projetos Escolares Olimpíadas nº20
Editora On line








Do Blog Mistura de Alegria